Se adentro e não encontro
aquele sorriso
que é minha força
daí
os movimentos tornan-se lentos.
E num esforço violento
meus ouvidos
procuram os sons.
Só o silêncio.
Ah! O fluido desse sorriso
que emanas
e me deixa
insana, e
meus olhos
na pálida cor do ambiente
procura o brilho
da tua presença.
Wednesday, 14 April 2010
Humano
O oficio de ser.
Parecer?
Talvez.
mórbida noite
os sons abafados
pela nota do silêncio
imposto pela instância.
Dada a circunstâncias,
o que é ser?
Um parecer
apenas!
Nao se sabe.
E quem quer saber?
a Humanidade?
Não!
Só eu!
Parecer?
Talvez.
mórbida noite
os sons abafados
pela nota do silêncio
imposto pela instância.
Dada a circunstâncias,
o que é ser?
Um parecer
apenas!
Nao se sabe.
E quem quer saber?
a Humanidade?
Não!
Só eu!
Tuesday, 13 April 2010
Féretro
Rastejo!
Rastejas!
Este espaço ingrato
que insiste em existir
nao deixa nada fluir!
Corroboro!
Corroboras!
o vácuo
remete
àquele silêncio
que cala a voz dos cândidos.
Movimento-me!
Me movimenta!
A inércia leva à escuridão
o obscuro
leva à solidão.
Um grito sufocado
desse sentimento!
A caixa!
Encaixa?
o corpo retorce
num enlace,
movimenta-me e
que te movimenta.
Ai! Esse rebento!
Rastejas!
Este espaço ingrato
que insiste em existir
nao deixa nada fluir!
Corroboro!
Corroboras!
o vácuo
remete
àquele silêncio
que cala a voz dos cândidos.
Movimento-me!
Me movimenta!
A inércia leva à escuridão
o obscuro
leva à solidão.
Um grito sufocado
desse sentimento!
A caixa!
Encaixa?
o corpo retorce
num enlace,
movimenta-me e
que te movimenta.
Ai! Esse rebento!
Doce?
palavras voam sob o vento
nas mãos as rosas
são para mim?
Não!
oh! Doce ilusão!
Que arrasa, devasta e transforma
tudo dentro de mim.
Sangra! E é purpureo,
negritude sobre a pálida superfície
e vai pelas entranhas.
Sou estranha!
Não existo
tão pouco coexisto...
Em meio a imensa massa,
que multidão!
Sou tão pequena.
Segura minha mão
doce ilusão.
nas mãos as rosas
são para mim?
Não!
oh! Doce ilusão!
Que arrasa, devasta e transforma
tudo dentro de mim.
Sangra! E é purpureo,
negritude sobre a pálida superfície
e vai pelas entranhas.
Sou estranha!
Não existo
tão pouco coexisto...
Em meio a imensa massa,
que multidão!
Sou tão pequena.
Segura minha mão
doce ilusão.
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