Naquele leito um corpo inerte,
da boca só alguns balbúcios
à procura
da luz e do juizo que perdeu.
Presa àquela vida, a mente a descer,
num crescente alvoroço
que por dentro povoa imagens
numa condição humana de solidão.
Falta o brilho nos olhos,
muram as ausências,
num perfil perdido.
Tecer e destecer a teia da sanidade
é a esperança em uma deserta ilha
dessas humanas criaturas.
Monday, 26 July 2010
Um Acróstico
Realide que me foge.
Uma espécie de Jano sobreposto.
Inocente!
Belo!
Acabado!
Rio sem nascente, mas é o
Recurso que tenho e
O limite dos meus encantamentos.
Ser humano?! Só em raros momentos!
Uma espécie de Jano sobreposto.
Inocente!
Belo!
Acabado!
Rio sem nascente, mas é o
Recurso que tenho e
O limite dos meus encantamentos.
Ser humano?! Só em raros momentos!
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