As memorias da infância,
os passos nas pedras,
o vestido vermelho,
o cabelo trançado.
O rosto sujo, a lágrima
o sorriso maroto
a brincadeira de família.
A família composta
o lugar à mesa guardado do filho ausente
e presente no pensamento.
Ah! Palavras que ferem, que regozijam.
Ah! São tantos escritos.
Caracteres que faz o carácter
do jovem e do evento
que o vento sopra à terra,
ao mar e nada pelas ondas.
Chega aos sussurros
aos ouvidos dos que esperam
zéfiros das boas vindas.
Murmúrios que respeitam,
ora não e
arrasta uma multidão,
numa marcha frenética e
ao abismo vai lá a solidão.
Entidade perversa,
há também quem diga amém
às palavras subscritas pelos magistrais.
Privilegio dos literatos
os que jogam os dados
e deixam os infortunados
à deriva na ignorância
a viver uma ânsia.
Thursday, 21 January 2010
Wednesday, 20 January 2010
Tu
Conhecer-te foi como ver uma flor nascer
e depois de crescida, não há quem não a percebesse
em meio a todas as outras,
Conhecer-te foi viver novamente,
sorri na aurora
transbordei alegria
contemplei as estrelas de noite
e o sol de dia.
Conhecer-te vi somente a verdade
nunca desconfiei de nada
vi no feio tudo belo
das desgraças fiz um céu aberto
onde os anjos tocavam as trombetas anunciando
minha felicidade.
Conhecer-te, não sofro
o azul ficou mais bonito e jamais me entristeço.
Conhecer-te estou sempre a sorrir,
mesmo tu estando longe
nunca me sinto sozinha.
Conhecer-te foi uma bênção
que meu coração sentiu
e te esquecer
jamais irei conseguir .
e depois de crescida, não há quem não a percebesse
em meio a todas as outras,
Conhecer-te foi viver novamente,
sorri na aurora
transbordei alegria
contemplei as estrelas de noite
e o sol de dia.
Conhecer-te vi somente a verdade
nunca desconfiei de nada
vi no feio tudo belo
das desgraças fiz um céu aberto
onde os anjos tocavam as trombetas anunciando
minha felicidade.
Conhecer-te, não sofro
o azul ficou mais bonito e jamais me entristeço.
Conhecer-te estou sempre a sorrir,
mesmo tu estando longe
nunca me sinto sozinha.
Conhecer-te foi uma bênção
que meu coração sentiu
e te esquecer
jamais irei conseguir .
De um olhar
Um olhar sempre diz mais
quanto mais quer se falar…
Onde estão os escritos?
os ditos?
Os Beneditos espalham-se
Confinam -se nos afluentes
Entes enigmáticos;
Os lunáticos sobreviverão,
à tanta loucura.
São mágicos os momentos
de existir ou sobreviver
nos nossos próprios passos
porque nossos rastros
deixaram e deixarão nossos sentidos
e sentimentos.
Dá-se ao espaço analisar.
contudo sempre nos afastamos
numa imaginação das estrelas
a brilhar no alto
e nos tocar; a nos fluir: nos guiando
numa loucura lunática.
Nos rastros da nossa consciência
eu sei existe uma ânsia
uma envolvência suave
numa clave de sol, simples,
antes do por do sol
no atol dos sentimentos justos,
sem custas a debitar.
No ar das rosas a exalar
Fluidos muitos, fluidos poucos
como são puros os momentos.
os movimentos sedimentados no amor
no calor de sermos sinceros, veros
no caminho vizinho de quaisquer corações!
Nossas mentes são e serão eternas
do principio ao fim
mostrando que nos fomos
que somos e seremos sempre
um espírito eterno;
Terno como queremos ser
Em todas
Numas assim,
Como?
Abreviar o murmúrio dos mares
com suas ondas trepidantes
amainar o som das estrelas
com suas luzes densificantes
fazer amor como antes
no paraíso das cruzes purificantes!
Eu Posso Partiicipar
um ente a engolfar.
O destino, hino de fábula
uma rumba a dançar
o par de dados, o jogo
do qual jamais posso participar.
Pois o amor
que em mim há
nãso posso em jogo por mim transar
pois, o que há dentro do jogo
não pode se dissipar
Ah! O ar! Este ar
que me envolve
nas fusões, não funções.
Nas ações de cada momento
a nos tirar o sono;
sono que deste
não quero acordar
mesmo que deixe marcas
pois, o privilégio
que tenho em te amar
ao acordar
não poderei suportar.
O ar que sufoca
existe uma matraca
na consciência das pesssoas
atoas,rir de quaisquer.
Só sei que quero
em meio às pessoas
a câncticos, a purezas
o infinito de saber amar.
O ar, o pequeno espaço
o traço, a palavra, o dizer!- Amo-te
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